Atos 3
“Então Pedro disse: ‘Não tenho nenhum dinheiro, mas o que tenho eu lhe dou: pelo poder do nome de Jesus Cristo, de Nazaré, levante-se e ande.’”
To be or not to be, that is the question. Todo mundo conhece esta frase do poeta e dramaturgo inglês Willian Shakespeare, talvez a mais famosa da literatura universal.
Se Shakespeare, nascido há quatro séculos, fosse nosso contemporâneo, certamente teria trocado o “ser ou não ser” pelo “ter ou não ter”. Percebedor que era da sociedade que o cercava, não seria difícil para Willian (atente para a intimidade :)) captar o mais visível e fundamental valor de hoje: o TER.
Somos Julgados, valorizados e rotulados pelos que temos e não pelo que somos. É assim que a sociedade valoriza as pessoas, mas, no cristianismo, somos valorizados pelo que somos. As pessoas que são no mundo espiritual também são as pessoas que têm. Deus possui uma dispensa abarrotada de bênçãos para os que crêem e vivem a fé cristã. Melhor ainda é que o estoque é infinito.
Que miseráveis criaturas somos por pensar tão pequeno no mundo espiritual e achar que, se não tivermos bens materiais, nada temos a oferecer às pessoas que nos cercam. Nosso exemplo e modelo é Jesus Cristo, que, apesar de nada possuir de material, supriu e supre todas as áreas da vida das pessoas que o procuram.
“Eu afirmo a vocês que isto é verdade: Quem crê em mim fará as coisas que eu faço e até maiores do que estas, pois eu vou para o meu Pai. E tudo o que vocês pedirem em meu nome eu farei, a fim de que o Filho revele a natureza gloriosa do Pai.”
João 14.12-13
/Valter
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